sábado, 27 de maio de 2017

Aedes Aegypti

É um pernilongo rajado
Bem pequeno e silencioso
Ataca de manhã e à tarde
E mesmo sendo perigoso
A picada às vezes nem dói
 Mas o vírus dele destrói
O troço é terrível e tinhoso.

E para livrar-se dele
O remédio é a prevenção,
Se ele gosta de água parada
Não deixe uma gota no chão
Destrua possíveis criadouros
E viva sem estes agouros
Evitando a proliferação.

Aqui faço minha parte,
E você daí faz a sua
Espero que o poder público
Cuide bem da minha rua
E vamos ficar bem atento
 A este mosquito nojento
Porque esta luta continua.

Olha o quintal do vizinho
Denuncie a sujeira alheia
Precisamos ser vigilantes
Pois a coisa ta ficando feia!
E depois que ele nos ferrar
Só nos resta gemer e chorar
 Eita, mazela que aperreia!

É um terror o AedesAegypti
É o mais temido pernilongo
Dá medo até destas alcunhas
E além de ser tão perigoso
É bem sagaz e audacioso
E atenta mais que a gramunha.

Já estamos indignados
Com esse mosquito nojento
Que vem causando horrores
Ele é terrível e malfazente
Credo em Cruz, Ave Maria!
A tragédia da microcefalia
Atinge até inocentes.

Também faz parte do arsenal
Já foi comprovado, ele causa
Mais esta infecção viral,
E agora é a febre amarela
Com ela macaco bate a biela
Xô, xô! Mosquito infernal!


 Lusa Silva

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