sábado, 8 de abril de 2017
quinta-feira, 15 de setembro de 2016
IV Encontro de cordelistas de Marabá
Amigos, a Casa da
Cultura
Tem a honra de convidar
Os poetas e cordelistas
De toda a cidade Marabá
E de regiões ciclo
vizinhas
Do sul e sudeste do
Pará.
Para participar ou
prestigiar
De mais um grandioso
evento
Com os nossos poetas
mirins
E cordelistas bons no
repente
Vai ter comidas típicas
e música
Tudo numa noite bem
atraente.
Com boas poesias de
cordel
E tem Maria bonita e lampião
Tem declamação de poemas
Do grande cordelistas
Adão
E tem a Lusa Silva e o Uchôa
Com a beleza do bom
refrão.
Será dia dezesseis de
setembro
Às dezenove horas iremos
iniciar
E a banda ”Waldemar
Henrique”
Fará uma abertura
espetacular
Temos uma apresentação
cultural
Com Gilvan. Você não pode faltar.
Lusinete a Lusa Silva
IV Encontro de cordelistas de Marabá
Amigos, a Casa da
Cultura
Tem a honra de convidar
Os poetas e cordelistas
De toda a cidade Marabá
E de regiões ciclo
vizinhas
Do sul e sudeste do
Pará.
Para participar ou
prestigiar
De mais um grandioso
evento
Com os nossos poetas
mirins
E cordelistas bons no
repente
Vai ter comidas típicas
e música
Tudo numa noite bem
atraente.
Com boas poesias de
cordel
E tem Maria bonita e lampião
Tem declamação de poemas
Do grande cordelistas
Adão
Com a Lusa Silva e o Uchôa
Com a beleza do bom
refrão.
Será dia dezesseis de
setembro
Às dezenove horas iremos
iniciar
E a banda ”Waldemar
Henrique”
Fará uma abertura
espetacular
Temos uma apresentação
cultural
Com Gilvan. Você não pode faltar.
Lusinete a Lusa Silva
sexta-feira, 29 de julho de 2016
Peleja de Adão Almeida & Lusa Silva
![]() |
Não venha com
essa
de querer me desafiar! Você é uma fujona Agora quer só livrar, Mas garanto a você Esse duelo não vai ganhar. |
Adão
eu garanto que de ti
Já fiz uma leitura completaE não venha se gabando Admita que correu poeta, Porque na arte de correr Tu já és quase um atleta.
Adão vê se pára
de se gabar.
Tu não conhece esta mulher Enfrento você e que mais vier Na sabedoria do verso e rima, Ou até mesmo nos ponta pé.
Olha só mesmo quem
fala!
De versos e até de ponta pé Esta coisa feia e assanhada, Parece mais uma espiga de milho Daquelas que nem macaco quer.
Que nem parece uma mulher
Canela de Sibito tu vai me respeitar.
Quando eu te der
um bom supetão
Daqueles que tu vai parar no Japão E tu não vai de trem nem de avião,
Porque desta vez tu vai de foguete
Em forma de bucha de um canhão.
Se você quiser
parar
Acho que está na hora Velha das pernas de saracura
Despede-se dos
nossos fãs
E diga Adeus e
vá embora
E da boca de sacola.
Quem vai sair é você troço feio,
Até parece com um sapo sungaEducadamente declamo os versos Tu só faz um bramido e resmunga. Por cima das rimas rolo e danço Enquanto tu só gaguejas e furunga. ![]()
Você é uma dor de dente
Daquela que não tem remédio Seus versos mal rimados Parece mais um assédio Esse seu caráter ruim Faz qualquer um ficar em tédio. |
Quero te deixar mais furioso
Se meus versos te incomoda
É que são picantes e ardilosos
Quando chega em teu ouvido
É uma chicotada em teus couros.
Lusa Silva quer me vencer
Usando o nome do lampião
Os ossos do rapaz não fica quieto,
mesmo debaixo do chão.
Tirei o coro da lusa
Pra fazer meu cinturão.
O que te incomodas o meu parente
Sabes que sangue bom corre na veia
E por isso sou valente e inteligente
Aqui nesta mente os versos vadeia
Hoje tu vai dormir de couro quente
Cabra ruim só quieta mesmo na peia.
Todos ficaram rindo
Da tua arrumação
Com esse chapéu enorme
Dizendo ser lampião
Cordelista de meia tigela
Molenga que só mamão.
Ei? E quem és tu, poeta Adão
Para assim querer me difamar,
És bicho do mato só não sei és
Uma raposa ou um lobo guará
A resposta em breve terei pois
Já pedi pro IBAMA fazer teu DNA.
Nos trajo de lampião
Estive o prazer em ver
Em sua apresentação
Pra você tiro o chapéu
Você é um dom do céu
E eu digo de coração
Amigos agradeço a todos
Por estes afagos e atenção.
Vocês todos tem morada
Fixa em aqui neste coração
Só peço que não acreditem
Nestas bobagens do Adão.
Por estes afagos e atenção.
Vocês todos tem morada
Fixa em aqui neste coração
Só peço que não acreditem
Nestas bobagens do Adão.
Peleja de Adão Almeida & Lusa Silva
Amigos eu peço licença para fazer
Mais uma peleja com o poeta Adão
Parem um pouquinho para ouvir
Prestando bastante atenção
Só peço-lhes que não ignorem
Nada desta nossa confusão.
Não venha com essa
de querer me desafiar! Você é uma fujona Agora quer só livrar, Mas garanto a você Esse duelo não vai ganhar.
Adão garanto que: de ti
Já fiz uma leitura completa
E não venha se gabando Admita que correu poeta, Porque na arte de correr Tu já és quase um atleta.
|
Acho que está na hora
Despede-se dos nossos fãs
E diga Adeus e vá embora
Velha das pernas de saracura
Velha das pernas de saracura
E da boca de sacola.
Quem vai sair é você troço feio,
Até parece com um sapo sunga
Educadamente declamo os versos
Tu só faz um bramido e resmunga.
Por cima das rimas rolo e danço
Enquanto tu só gaguejas e furunga.
Educadamente declamo os versos
Tu só faz um bramido e resmunga.
Por cima das rimas rolo e danço
Enquanto tu só gaguejas e furunga.
Você
é uma dor de dente
Daquela que não tem remédio
Seus versos mal rimados
Parece mais um assédio
Esse seu caráter ruim
Faz qualquer um ficar em tédio.
Daquela que não tem remédio
Seus versos mal rimados
Parece mais um assédio
Esse seu caráter ruim
Faz qualquer um ficar em tédio.
Teu tédio é a minha alegria
Quero te deixar mais furioso
Se meus versos te incomoda
É que são picantes e ardilosos
Quando chega em teu ouvido
É uma chicotada em teus couros.
Quero te deixar mais furioso
Se meus versos te incomoda
É que são picantes e ardilosos
Quando chega em teu ouvido
É uma chicotada em teus couros.
Lusa Silva quer me vencer
Usando o nome do lampião
Os ossos do rapaz não fica quieto,
mesmo debaixo do chão.
Tirei o coro da lusa
Pra fazer meu cinturão.
Usando o nome do lampião
Os ossos do rapaz não fica quieto,
mesmo debaixo do chão.
Tirei o coro da lusa
Pra fazer meu cinturão.
Ta incomodado com meu parente,
Saiba que sangue bom corre na veia
E por isso sou valente e inteligente
Aqui nesta mente os versos vadeia
Hoje tu vai dormir de couro quente
Cabra ruim só quieta mesmo na peia.
Saiba que sangue bom corre na veia
E por isso sou valente e inteligente
Aqui nesta mente os versos vadeia
Hoje tu vai dormir de couro quente
Cabra ruim só quieta mesmo na peia.
Todos ficaram rindo
Da tua arrumação
Com esse chapéu enorme
Dizendo ser lampião
Cordelista de meia tigela
Da tua arrumação
Com esse chapéu enorme
Dizendo ser lampião
Cordelista de meia tigela
Molenga que só mamão.
E quem és tu poeta Adão
Para querer me difamar,
És bicho do mato só não sei és
Uma raposa ou um lobo guará
A resposta em breve terei pois
Já pedi pro IBAMA fazer teu DNA.
Para querer me difamar,
És bicho do mato só não sei és
Uma raposa ou um lobo guará
A resposta em breve terei pois
Já pedi pro IBAMA fazer teu DNA.
Nos trajo de lampião
Estive o prazer em ver
Em sua apresentação
Pra você tiro o chapéu
Você é um dom do céu
E eu digo de coração.
Amigos agradeço a todos
Por estes afagos e atenção.
Vocês todos tem morada
Fixa em aqui neste coração
Só peço que não acreditem
Nestas bobagens do Adão.
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